quarta-feira, 14 de junho de 2017

O que é a UFG para você?

Bernardo Élis e Cora Coralina unidos por um corredor 
 
Corredor que faz a ligação dos dois prédios da Faculdade de Letras da UFG
(Bloco Bernardo Élis e Bloco Cora Coralina)
Para mim, a UFG é muito bem representada por esse corredor, pois, logo nesse meu primeiro período foi esse lugar pelo qual eu mais transitei. É algo tão importante que até a galera da arquitetura já fez trabalho sobre ele (desenhando essa obra maravilhosa que diminui vários passos da nossa caminhada diária entre um prédio e outro). E é por dele que transitarei (bastante) entre os dois prédios da minha faculdade (FL) pelos próximos 4 anos da minha vida e, quem sabe -sonhando alto-, por mais alguns tempos até eu conseguir meu doutorado e me tornar uma professora da Universidade Federal de Goiás. Não é mesmooo???

L.S
Lorrainy Santos


Universidade para mim "são"

                                                        Faculdade de Letras UFG

                                                 Faculdade de Direito UFG em Goiânia

Essas são as duas imagens que vem em minha mente quando penso em UNIVERSIDADE, pois pretendo cursar dois cursos em minha vida acadêmica que é Letras e Direito, são para mim os dois melhores cursos, como meus principais objetivos como estudante.





Karen Medeiros da Silva (Acadêmica do curso de Letras UFG)

O que a universidade significa para mim


Uma das entradas da Faculdade de Letras e seus monumentos
                                       
A Faculdade de Letras na UFG sempre foi um sonho para mim, e assim como a foto mostra, ainda há rampas, escadas e caminhos a serem percorridos após o ingresso na faculdade, caminhos que desejo percorrer usufruindo de todos os benefícios oferecidos pela universidade. E nao parar apenas na graduação.  A Universidade hoje para mim, é um sonho realizado mas cada vez devemos sonhar mais alto, consegui o ingresso, agora devo conseguir mais e mais o meu lugar dentro da instituição e assim me tornar uma professora de nível superior. Sendo assim, a Faculdade é uma porta aberta para a realização de todos os meus sonhos.
Brida Santos

O que a universidade significa para você?


                                             “Kit de sobrevivência do universitário raiz”

Se acha que isso é triste,
Deixe de chilique
Pois eu nem tirei foto do 263 em horário de pique
Caneca, cachaça e reprovações
Juntos, me tornam uma escória
Mas separados, cada um tem a sua história
A caneca da atlética representa os amigos
Calouros e veteranos, todos unidos em paz
Mas se entrar para atlética,
Não adianta mudar de curso, você não sai mais
A cachaça é aquela que culpo por faltas
Mais cinco minutos na pamonharia, que mal pode ter?
Não faça isso, calouro
Ou seu índice de prioridade não vai parar de descer
Reprovação é um assunto que tento evitar
Acontece comigo e com todo mundo, mas calma
Ela não irá te matar
Faltavam dois anos para formar, mas agora faltam quatro... fatorial
Sou de humanas mas sei que essa matemática não está certa
O que? Acharam que dessa vez o universitário não iria se dar mal?
O que falar do RU e do salitre e do peixe podre que nos dão de comer
Fora Real Food e Fora Temer!
Essa história parece filme de terror, mas é apenas a história do universitário
Pode-se passar dois, quatro, seis anos e ele sempre fará papel de otário
Mas não se preocupe, a vida é assim mesmo
Momentos de tristezas e desgostos
Porém, sempre com um sorriso no rosto
Para terminar, só mais uma coisinha:
Xerox ou coxinha?

Isadora Vieira
Acadêmica de Letras da Universidade Federal de Goiás


terça-feira, 6 de junho de 2017

Resenha Crítica (Filme): "Circle"

"Circle" da sobrevivência


"Circle" é um filme de baixa produção e com um elenco simples, mas que chama a atenção para seu tema de discussão. Dirigido por Aaron Hann e Mario Miscione, feito a partir da websérie "TheVault", também dirigida por eles e lançado em 2015, o filme em questão traz a tona o comportamento humano na sociedade, frente a uma situação de vida ou morte.

Inicia-se com 50 pessoas reunidas em uma sala, organizadas em círculo. Ao desenrolar do roteiro, os personagens percebem que a cada dois minutos uma pessoa morre e que a decisão de "quem será o próximo?" está nas mãos de cada um dos que estão ali. Isto é, "o próximo" é aquele que obtiver a maior quantidade de votos. A partir dessa descoberta começa a discussão.


Quem deve morrer? Por que eu não posso morrer? Acusações, julgamentos e justificativas são lançadas a todo momento e o próximo a morrer é escolhido a partir de estereótipos e preconceitos, influenciados por valores culturais, sociais e pessoais. Nacionalidade, etnia, crença, orientação sexual, idade, classe social, profissão, dentre muitos outros aspectos, são levados em consideração para que assim, a escolha seja feita.





É perceptível a alienação que muitos acabam sofrendo – mesmo que inconscientemente – em busca da sobrevivência, para isso, eles ficam a espera de um líder e sempre estão trocando essa liderança . Destaco então, uma das críticas que pude perceber: O instinto do ser humano. Um animal que, assim como todos os outros, em situações extremas, faz de tudo para não morrer. Entra nos lugares mais escuros buscando um escape, um esconderijo. Busca a sobrevivência.

"Circle" busca fazer uma crítica aos pré-conceitos da sociedade, juntamente com a crítica direta ao juízo de valor do ser humano e a hipocrisia desse ser que, em geral e de forma errônea, se considera "mais evoluído". Entretanto, em situações de vida ou morte tem seu instinto animal claro.

O círculo da sobrevivência é então composto de ações que são consequências de um instinto. No caso do ser humano, um ser racional, porém não o "mais evoluído", temos a alienação, a hipocrisia, o preconceito social (que busca justificar a escolha) e a manipulação.


Por fim, o tempo de escolha é pouco e por isso as superficialidades e a fraqueza dos argumentos são justificadas. O final do filme deixou muitos um tanto confusos, mas acredito que a criação de hipóteses que buscam explicar esse fim é fundamental e assim, a discussão é transferida das telinhas para uma sala de aula, um vídeo chat, uma palestra, ou até mesmo um post nas redes sociais.

TRAILER - "CIRCLE"



 L.S
Lorrainy Santos
Acadêmica do curso de Letras
Universidade Federal de Goiás (UFG)

segunda-feira, 5 de junho de 2017


Resenha


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    Westworld é uma série de TV estadunidense baseada em um filme de 1973 de mesmo nome, criado por Michael Crichton e então adaptado para TV por J.J. Abrams, Jonathan Nolan e Lisa Joy e exibida em 2016 pela emissora HBO. A série de ficção explora uma temática futurística sobre um parque de diversões onde pessoas com muito dinheiro pagam 40 mil dólares por dia para passar um tempo em um universo baseado no velho oeste, habitado por robôs bem realistas e caracterizados como tal. Os “visitantes”, assim como a série nomeia os personagens que são seres humanos, são livres para expressar seus sentimentos mais vorazes e realizar toda e qualquer tipo de barbárie com os “anfitriões” (robôs).
    Foi lançada apenas uma única temporada com dez episódios até o momento com a pretensão de substituir Game of Thrones na grade da emissora e já bateu Record em audiência em seus primórdios, o episódio piloto de Westworld superou os níveis de expectadores que a emissora obteve em relação ao piloto de Game of Thrones. Com cenários marcantes, uma narrativa bem contextualizada e um elenco renomado e efeitos visuais impressionantes a trama já faz um enorme sucesso!
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   Outro tema que previsivelmente é transmitido pela série seria a “revolução das máquinas” ,que é detalhada gradativamente na trama e tem como fonte o momento em que os robôs passam a desenvolver a autoconsciência,assim como nós seres humanos que já a possuímos, e eles passam a se enxergar como indivíduos e não como apenas máquinas.Mesmo sendo algo que já é totalmente esperado em uma ficção que aborda a robótica como tema,ainda consegue surpreender bastante.


Thiago Brandão
Acadêmico do Curso de Letras da Universidade Federal de Goiás (UFG)

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Alfredo, o que aconteceu?


    Era uma sexta-feira, dia 14 de julho de 2016. Duas mulheres estavam a conversar, falavam de seus problemas e também de suas amizades. De repente, Renata falou: Não Joana,aquele cafajeste só pode estar me traindo! Mas rápido que pudesse imaginar Joana respondeu: Talvez não seja isso Renata, ele tem suas, ele também precisa viver sua vida. Renata balançou a cabelo como se estivesse rejeitando e começou a contar.

    Nosso casamento continuava o melhor, eu via em seus olhos um desejo inigualável de continuar vivendo aquela vida a dois. Os anos foram passando, tivemos dois filhos, o melhor presente que aquele cafajeste um dia poderia ter me dado. Há um mês ele tem mudado, ele não me olha com o mesmo desejo, parece pensar em outra pessoa. Por isso decidi investigar.

    Quarta-feira às 18h40min, foi quando Paulo falou que iria para o futebol, falou que se juntaria com seus amigos e depois do jogo tomaria uma cerveja. Deixei de acreditar naquela conversa a algum tempo, então decidi segui-lo, eu tinha que descobrir o que ele aprontava toda noite de quarta-feira.

    Paulo pegou a rua 73, aquela não era a rota que tomara, pois, o campo localizava-se do outro lado, no fim da rua 75. O carro parou, de repente aparece uma mulher, e...

   Antes que Renata terminasse de contar sua história ela viu seu marido na rua, e do meio da rua gritou: Espera, Joana, aquele não é o Paulo? Ali, desgraçado, aquela é a mulher que eu estava falando, agora ele me paga. Pare esse ônibus.

   De imediato o motorista parou, pensara que alguém estava morrendo, pelo tom de voz. Então Renata desce do ônibus, furiosa, pronta para matar como qualquer outra mulher que está com o sangue nos olhos. De longe Renata grita: Desgraçado, quem é essa vagabunda? Correndo em sua direção.

    Paulo apenas sorri e dá um abraço em sua esposa. Claro que Renata não aceitaria assim, ela lhe enche de tapas, socos e pontapés. Paulo então lhe abraça mais forte, e com a voz calma pedi para que ela se acalme, promete a mesma uma explicação, e que ao entender tudo ficará bem.

   - Na verdade, é aqui que eu fico, minha casa é logo ali. Foi um prazer Marcelo, passa lá em casa, até.

    - Mas Alfredo, o que aconteceu? ...